Arquivo de Julho, 2008

Kim & Jessie


Kim & Jessie – M83 (Saturdays = Youth, 2008)

Mais um videoclip do projecto de Anthony Gonzalez, desta feita para a que será a melhor música do novo álbum. É verdade que Graveyard Yard é, em termos musicais, uma das melhores que fez, mas a parte do “I’m gonna jump the walls and run…” é o suficiente para o desqualificar de qualquer candidatura ao que seja. Há ironia à xaropada, e há fazer uma ironia xaroposa. O que é o caso.

Embora este não tenha cabeças de cão flutuantes, bolhas ambar a flutuar por cima de imagens de montanhas ou fantasmas, parece incrivelmente lésbico. Até aos 10 segundos finais.

Aviso à RFM

Após ter passado duas tardes a aturar a programação da tarde com o locutor de serviço sempre a dizer “Aos anos que não ouvia esta” (mesmo que só tenham passado 20 horas desde a última vez que a tocou), só apetece dizer:

POR ALGUM MOTIVO FOI, NÃO É?!

Primal Scream – Beautiful Future

Confessando a estupidez

Boavista. 19:04. Saio da loja. Estou cansado. Decido apanhar o metro, sair no Dragão e apanhar o autocarro para a Areosa.
15 minutos mais tarde, Estação do Estádio do Dragão. Decido subir as escadas desde as plataformas até à saída. Depois, decido ir a pé até à Areosa.

Continuo cansado.

Misread


Misread – Kings of Convenience (Riot On An Empty Street, 2004)

Videoclip com o que gostava de ter feito hoje, de um album que só compro quando sair uma versão sem DRM.

Isolation #77

Esta tira foi uma das que se safaram do acidente que vitimou cerca de 30 e quase levou ao final do webcomic, que planeio agora voltar. Mas com mais cabeça do que a tentativa anterior.

Mas quem é que prende os maus?

Ultimamente, tenho visto mais TV do que o normal. É a (des)vantagem de agora ao fim da noite ir para o portátil na sala dar uma perninha no Rugby 08, e aproveitar as séries que passam às chamadas más horas nos canais normais e no cabo. Inicialmente, estava a pensar em escrever sobre algumas personagens verdadeiramente odiosas que alegadamente defendem o “lado do bem” nas séries, mas não só já tinha sido feito antes por um dos blogs “amigos” aqui do tasco, como reparei noutra coisa: afinal de contas, quem é que resolve os crimes?

É que se formos a ver a séries de “esquadra”, no final dos episódios os senhores da farda azul parecem sempre já ter tudo pronto para enviar os prevaricadores para trás das grades. No entanto, quando se passam para as séries “de laboratório”, são os senhores cientistas/sadicos/com um pau enfiado pelo traseiro (pela ordem cronológica dos CSI) . Por fim, chegamos às séries de advogados em que são os próprios advogados juniores que têm de fazer a investigação, porque a polícia foi completamente incapaz de fazer um caso decente. É certo que nem todas as séries são como o House, que partem do princípio que de facto, o Dr. Gregório Habitações apenas tem um caso por semana, mas como é possível tamanha diferença na eficácia entre departamentos? Tendo em conta que se até os advogados fresquinhos da universidade conseguem resolver qualquer crime, porque é que se perdem tempo com intermediários? Será porque a expressão “um advogado em cada esquina” é mais assustadora que “um Salazar em cada esquina” ?

Mesmo assim, ainda resta uma pergunta do artigo que tinha meio escrito: na Close To Home como é possível que os ricaços continuem a confiar num advogado que, em todos os episódios que vejo, acaba sempre por levar uma derrota humilhante às mãos do minstério público? Será que ele só tem azar nos casos que aparecem na série e é imbatível nos outros? Ou será que a série não tem ponta por onde se lhe pegue? Isso explicava porque só durou duas temporadas…

Kings of Convenience na Casa da Música…

E de novo, um post neste tasco sobre música ao vivo. Evitei falar em fundo do concerto dos Riding Pânico por certamente haver gente muito mais qualificada para tal e sobre o da Cat Power porque foi um concerto para o qual fui completamente “às cegas”, mas gostei mais do que o suficiente para ser líder destacada dos últimos 3 meses no last.fm e ter aqui o belíssimo CD que é o The Greatest na minha mesa, à espera que cheguem mais alguns para um futuro post de compras.
Continue a ler ‘Kings of Convenience na Casa da Música…’

Inquérito aos leitores do MIP

Conforme já tinha falado, o Rugby 08 tem uma banda sonora bastante agradável, mas houve algumas bandas que ainda não cobri, e hoje vou escrever sobre uma delas, os holandeses (país conhecido pelas suas vitórias fantásticas no rugby) Moke. Não porque os conheça muito bem, mas sim porque há dias dei por mim longe do ecrã enquanto a música que se vai seguir passava, e onde pensei: “mas os Coldplay têm uma música no jogo?”

Já perguntei a três pessoas, por isso pergunto ao resto do MIP: é esta música um exemplar de primeira da música Coldplay-brand?

Novo site do last.fm…

O “jornalista” Bill O’Reilly pronunciou-se hoje de noite sobre a nova versão do last.fm:

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