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Meet the press

mercado_puro1O que esta ali à direita é a minha coluna de opinião, publicada hoje no diário grauíto Meia Hora, em conjunção com o blog Mercado Puro, do qual faço parte actualmente. Para a ler, basta clicar na imagem, ou então obter o jornal completo do dia 24 no site próprio (ou clicar aqui, e ir para a página 10 caso cheguem aqui com uma semana de atraso), ou então ir ao Mercado Puro.

O meu ponto de vista já deve ser bem conhecido por todos aqueles que me conhecem ou frequentam este tasco, mas no entanto acho sempre importante que ele chegue ao maior número de pessoas possível – principalmente aquelas que não pensam muito no assunto ou apenas estão expostas a um dos pontos de vista da realidade deste assunto. Esta era então uma oportunidade única de o fazer.

Dito e feito, este é o primeiro de uma série de textos sobre a mesma temática que devem ser publicados num futuro próximo. Este tasco tem estado algo abandonado, mas deve-se a outras coisas não relacionadas com outros projectos (em parte, igualmente negligenciados).

You don’t need a weatherman to know which way the wind blows

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House jumps the shark!

10.0 10.0 10.0 10.0 10.0  11.0

Mas que grande salto, meus senhores. Desde outro Greg, o Louganis, que não se via um salto assim, ainda para mais por cima de um tubarão!

Massive spoiler a seguir ao read more. Não cliquem se ainda não viram o episódio e planeiam ver:

Continue a ler ‘House jumps the shark!’

Manifesto Euronews

At euronews, we believe that the growing use of sensationalism in news influences and distorts the viewers’ perception of current global events.

At euronews, we truly believe in individual intelligence and think that the role of a news channel is to supply each person with sufficient information to allow the viewer to form his own opinion of the world.

The work of the journalist is not to take sides, but rather to transcribe reality objectively and with complete integrity. This is the battle that euronews has led from the very beginning: to provide you with the facts and nothing but the facts.

euronews, pure news

Era este o texto que saudava os visitantes do site da Euronews hoje, numa altura em que o primeiro  o entretenimento e o sensionalismo tomaram conta dos blocos noticiosos, e cada vez mais são as influências políticias, sociais e económicas que ditam o que é notícia e o que é marcado a vermelho, numa censura feita à mostra de todos, mas mesmo assim ignorada por grande parte das pessoas.

O propósito das notícias deveria ser informar as pessoas e deixá-las tirar as conclusões a partir daí. Não seguir uma agenda e apresentar as conclusões mesmo antes dos factos serem conhecidos. Porque as verdadeiras notícias devem ser tal e qual uma das secções mais conhecidas no canal: no comment.

Placas de madeira e tijolos

A ideia por detrás deste post surgiu há uns tempos, mas apenas durante uma conversa com a Katie na Quarta ou Quinta sobre o Grey’s Anatomy é que me lembrei de o escrever. E apenas ao Domingo de madrugada é que o escrevo mesmo, para verem quão animada anda a minha vida ultimamente.
Seja como for:

Após ver um episódio do CSI Miami e outro do Roswell  quase em seguida, só me apetece dizer uma coisa: entre placas de madeiras, tijolos, folhas caídas no chão, um copo de 333cl, um vinil de 7″, moedas de um euro e o Keanu Reeves, qualquer uma destas coisas consegue fazer um melhor trabalho de representação que o Adam Rodriguez, que muito provavelmente teria dificuldades de fazer de Adam Rodriguez na adaptação da sua excitante vida para o cinema. Ou se calhar, o problema será mesmo esquecer que o polícia e o advogado que representa na série NÃO SÃO o Adam Rodriguez.

Surpresas televisivas

Pouco depois das duas, passei pelo Discovery Channel, onde estavam a passar um episódio do American Chopper, onde escolhiam um espectador para ser premiado com uma mota custom. Até aqui tudo bem, até ao ponto em que falam em “fazer uma surpresa”, e a senhora eleita parecer igualmente surpresa por ver um gang de motoqueiros à porta. Tudo muito “realista”, tal e qual não estivesse à espera de tal coisa.

Até que vira as costas, e é possível ver em grande plano um transmissor de microfone FM preso no cinto.  Porra, e depois era na RDA que metade do país andava com microfones a fazer escutas à outra metade…

Aviso à RFM

Após ter passado duas tardes a aturar a programação da tarde com o locutor de serviço sempre a dizer “Aos anos que não ouvia esta” (mesmo que só tenham passado 20 horas desde a última vez que a tocou), só apetece dizer:

POR ALGUM MOTIVO FOI, NÃO É?!

Mas quem é que prende os maus?

Ultimamente, tenho visto mais TV do que o normal. É a (des)vantagem de agora ao fim da noite ir para o portátil na sala dar uma perninha no Rugby 08, e aproveitar as séries que passam às chamadas más horas nos canais normais e no cabo. Inicialmente, estava a pensar em escrever sobre algumas personagens verdadeiramente odiosas que alegadamente defendem o “lado do bem” nas séries, mas não só já tinha sido feito antes por um dos blogs “amigos” aqui do tasco, como reparei noutra coisa: afinal de contas, quem é que resolve os crimes?

É que se formos a ver a séries de “esquadra”, no final dos episódios os senhores da farda azul parecem sempre já ter tudo pronto para enviar os prevaricadores para trás das grades. No entanto, quando se passam para as séries “de laboratório”, são os senhores cientistas/sadicos/com um pau enfiado pelo traseiro (pela ordem cronológica dos CSI) . Por fim, chegamos às séries de advogados em que são os próprios advogados juniores que têm de fazer a investigação, porque a polícia foi completamente incapaz de fazer um caso decente. É certo que nem todas as séries são como o House, que partem do princípio que de facto, o Dr. Gregório Habitações apenas tem um caso por semana, mas como é possível tamanha diferença na eficácia entre departamentos? Tendo em conta que se até os advogados fresquinhos da universidade conseguem resolver qualquer crime, porque é que se perdem tempo com intermediários? Será porque a expressão “um advogado em cada esquina” é mais assustadora que “um Salazar em cada esquina” ?

Mesmo assim, ainda resta uma pergunta do artigo que tinha meio escrito: na Close To Home como é possível que os ricaços continuem a confiar num advogado que, em todos os episódios que vejo, acaba sempre por levar uma derrota humilhante às mãos do minstério público? Será que ele só tem azar nos casos que aparecem na série e é imbatível nos outros? Ou será que a série não tem ponta por onde se lhe pegue? Isso explicava porque só durou duas temporadas…

Nova imagem da SIC Radical

Após anos a fio com uma imagem que sempre me pareceu demasiado “pesada”, a SIC Radical recentemente (ou não, é raro ficar a olhar para lá por muito tempo), finalmente renovou o aspecto gráfico do canal, e abandonou o excesso de genéricos em 3D e overlays informativos com demasiados efeitos que só distraíam da sua função – informar. Tudo isto foi substituído por um esquema gráfico mais próximo da simplicidade exibida na defunta SIC Comédia.

No entanto, o que mais me levou a escrever este post foi a escolha de uma das músicas que rodam nas promos: nada mais nada menos que o White Lines, uma das melhores músicas de rap/hop-hop alguma vez escrita, dos tempos em que a consciência social falava mais alto que o bling:

*rangdang diggity dang-a-dang*

Anúncios da Coca Cola no Euro 2008

O Europeu até pode ser uma merda, mas estes anúncios da Coca-Cola (que estão a ir pelo nome de Unhuggables) são do melhor que tenho visto em muito tempo. Com apenas 10 segundos cada acabam por transmitir uma mensagem (“a alegria do futebol junta todos” e tal) e lá está, têm piada pela imprevisibilidade das situações.

É obvio que daqui a uns dias já não vão ter tanta piada, mas a culpa disso é agora poderem ser vistos no YouTube quase on demand

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