O post de CDs mais demorado de sempre…

Porque, ora vejamos, passou pouco mais de uma semana entre o primeiro e o último CD cuja compra merece ser relatada. Tal como havia dito, tudo tinha começado algures há algum tempo quando me decidi a finalmente comprar um CD dos Suede, até porque num dos sítios onde costumo parar tinham a versão com 2 CDs. Estavamos em 1387, e os sinos celebravam o casamento de D. João I com D. Filipa de Lencastre. No entanto, como existem duas lojas, uma delas em Braga, só o iria ter alguns dias mais tarde. Isto obviamente, se ainda o tivessem. O que não foi o caso, e levado por ouvir a Heroine no Dog Man Star um número de vezes que me era capaz de qualificar automaticamente para um programa de audio-metadona, fui reservar o respectivo na loja abaixo. E assim foi. Para UMA SEMANA de espera. Sim. Enquanto remexia nas estantes da loja, encontrei um álbum dos Muse a preço razoável. E diga-se, preços razoáveis em coisas dos Muse são muito raras, por isso no dia seguinte…

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Tshirt não irónica, era a única que tinha lavada

… foi arrebatado. E arrebatado, porque durante a análise cuidadosa da capa no pouco cuidadoso regresso a casa, reparei em algo que me tinha escapado:

…os Muse preveram o arrebatamento anos antes, com a capa do Absolution. Mas há dúvidas?
Por outro lado, o tempo que demorava a chegar o CD encomendado começava a pesar, e numa bela tarde de Agosto de 1833 decidi dar uma volta e parar de olhar para o Gmail à espera que algo acontecesse. Enquanto os canhões absolutistas abriam fogo sobre a cidade, decidi ir dar um passeio até à loja que faltava. Agora a questão, porque é que me fui meter num verdadeiro antro de perdição? Porquê? PORQUÊ? Pois bem. Não sei dar uma resposta a essa pergunta. Masoquismo? Talvez. Porque se me metem muitos CDs à frente, eu não resisto a escolher alguma coisa. No entanto, a mítica lista de pouco me serve para além de anotar preços, e sem estar preparado, acabei por comprar algo que tinha debaixo de olho há algum tempo:

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Oh meus amigos, como estavam à espera que
equilibrasse uma sleeve na cabeça? Não sou gajo de usar gel.

O CD ao vivo dos The Sound que inclui esta versão incrivelmente intensa da Missiles e esta igualmente boa da Winning. Com a notícia que os Police iam ser a capa da Blitz de Setembro e sem nada de relevo sobre o Tony Wilson, a capa da NME com o respectivo acabou por me chamar a atenção. Pois bem.

(foto assim que descobrir onde meti a revista)

They said I was weak… I am a freak. Mas finalmente, em 1963, por entre a inauguração da ponte da arrábida finalmente chegou o dito CD.

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“ai ai vai caiiiiiiiiii…”

Curiosamente, no meu dia de aniversário. Mas seja como for, isto demorou ainda mais tempo por um motivo: apesar da maravilha que é a internet para encontrar música, havia um CD que não encontrava em lado nenhum, e estava barato numa das lojas. Dizia eu que era fraco?

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O ar pensativo é para “hm, se calhar já não tem tanta piada”
e “quatro num dia? porrra que isto cansa”

Com o belo nome “Here Come The Tears”, o Chanceler não se converteu ao Emo. Apenas estava curioso em saber o que o Brett Anderson e o Bernard Butler faziam junto em 2005. O que será revelado numa Sachola com estes quatro CDs brevemente (ou cinco…).

E agora, há que fazer a pergunta: o que se segue? More on that, tomorrow.

Posted Quinta-feira, 6 Setembro 2007 by Silva in Compras, Musica

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