Archive for the ‘The Magnetic Fields’ Tag

Os melhores do ano, 50-26

Começa aqui a série de posts que celebram o que melhor se fez em 2010 para quem escreve estas linhas. até ao fim do ano vão sendo colocados os diversos títulos, com o vencedor a ser anunciado no dia 31, pelas 20 horas.

Assim sendo, a metade de baixo da tabela:

A Sunny Day in Glasgow – Autumn, Again
Anamanaguchi – Scott Pilgrim vs The World: The Game
Autechre – Oversteps
Autolux – Transit Transit
Brian Eno – Small Craft on a Milk Sea
Broken Social Scene – Forgiveness Rock Record
Ceremony – Rocket Fire
Chew Lips – Unicorn
Crystal Castles – Crystal Castles IIKate Nash – My Best Friend Is You
Errors – Come Down With Me
Gorillaz – Plastic Beach
iLiKETRAiNS – He Who Saw The Deep
Insect Life – Dark Days & Nights
Jaga Jazzist – The One-Armed Bandit
Lovesliescrushing – GIRL.ECHO.SUNS.VEILS.
Magnetic Fields – Realism
Orchestral Manoeuvres in the Dark – History of Modern
She & Him – Volume 2
Shigeto – Full Circle
Tears Run Rings – Distance
The Drums – The Drums
Trent Reznor / Atticus Ross – The Social Network OST
TUNGS – Sleepging
We Have Band – WHB
Xiu Xiu – Dear God, I Hate Myself

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DÉCADA: TOP 10

Os 10 magníficos, por ordem alfabética:

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Música para Gente com Falta de Tempo, vol. 2

E conforme o prometido, aqui está o segundo volume da compilação para todas as pessoas que dizem que ouvem sempre o mesmo porque “não têm tempo para mais”. Conforme dito no primeiro volume, todas as músicas têm no máximo 150 segundos – tempo suficiente para ouvir uma coisa sem ficar com grande vontade de ir atrás do skip, e pronto para ir para o modo shuffle do leitor de mp3. A edição do meio é composta por…

  • Another Sunny Day – Anorak City
  • BIG A little a – Manshake
  • Bill Drummond – Queen of the South
  • Bon Iver – Team
  • Brian Reitzell and Roger J. Manning Jr – On The Subway
  • Catatonia – My Selfish Gene
  • David Bowie – What In The World
  • Elastica – Connection
  • Franz Ferdinand – Turn It On
  • Jaga Jazzist – Press Play
  • Magnetic Fields – Meaningless
  • Neon Neon – Neon Theme
  • Primal Scream – Miss Lucifer
  • Ringo Deathstarr – Starrsha
  • Slowdive – Here She Comes
  • The Art of Noise – Beatback
  • The Clash – White Riot
  • The Knife – Na Na Na
  • The Pains of Being Pure at Heart – Hey Paul
  • The Sound – Physical World
  • Wire – On Returning

Daqui a uns dias, vou colocar o post do terceiro e último volume. Até lá, vejam onde podem obter esta na lista de mixtapes publicitadas neste tasco.

E o álbum do ano é…

distortion_album_cover

Distortion
The Magnetic Fields

Num ano em que não havia um vencedor óbvio, uma escolha que não colhe sequer unanimidade entre os fãs da banda (bem antes pelo contrário), pode parecer algo bizarra, mas, tal como disse  seu tempo, foi o meu “primeiro amor” de 2008, e como já se sabe, não há um como o primeiro. Poderá ter os seus defeitos – principalmente para quem está habituado a outras sonoridades vindas de Stephen Merritt, mas enquanto álbum é um trabalho sólido, com melodias excelentes e as letras com a sagacidade habituais. Talvez precise do muitas vezes referido álbum ao vivo (onde todas as músicas são tocadas acústicamente) para converter definitivamente os incrédulos.

E ainda quero ouvir o shane MacGowan a cantar a Too Drunk To Dream.

Posted Quarta-feira, 31 Dezembro 2008 by Silva in Musica

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Melhores de 2008

Com o ano a acabar, nada como começar a rever os melhores momentos musicais de 2008, com o primeiro post dedicado aos melhores 20 álbuns. O melhor (a sair dentro destas  escolhas), esse vai ser anunciado no dia 31.

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I’m in love…

Mas que belo pedaço de música. Acho que ainda vai ser a próxima compra…

Posted Sexta-feira, 16 Maio 2008 by Silva in Musica

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Muita coisa

Como não estou para meter só um videoclip, decidi fazer um round-up para todos os que passaram a decorar a minha estante nos últimos dias.

In This Twilight – Nine Inch Nails (Year Zero, 2007)

Video não oficial para a que será uma das músicas mais fortes dentro do álbum que colocou toda a gente a falar em 2007 pela promoção arrojada. Não vou falar ainda mais do álbum: acho que há um ano disse quase tudo que havia a dizer. Tirando que o CD a mudar de cor é mesmo giro.

The Boo Radleys (C’Mon Kids, 1998)

Ainda não tinha ouvido nada deles, por isso quando a Jojo’s/CDGo meteu este C’Mon Kids à exorbitância de €2.5, era um crime não aproveitar. Não meti foi videoclip nenhum… porque não encontro no Youtube, e suspeito que nem fizeram um que seja. Cambada de tesos. Fiquem com a Wake Up Boo!, seja como for.

Somewhere Only We Know – Keane (Hopes And Fears, 2004)

Antes que comecem com merdas, deixem-se de conices: o Hopes And Fears é dos melhores álbuns de 2004, e não fosse o azar de ter vendido mais que árbitros lá para Gondomar e tido mais airplay em 24 horas que os balões do Steve Fossett (já que os do Branson não são lá grande coisa, eh), eram capazes de andar os indies todos à volta deles. Pode não ser um Franz Ferdinand, Absolution ou um Funeral, mas é bom. Já não ponho as mãos no fogo pelo Under The Iron Sea (sim Katie, mudei de opinião :P), mas quanto ao H&F, está dito, ponto final. Quanto à compra em si, a edição limitada é um dos bons achados na Jojo’s/CDGo enquanto saneava os stocks. Principalmente quando a versão normal pouco menos custava noutros sítios…

In Flight – Amusement Parks On Fire (Out Of The Angeles, 2006)

Se são os Asobi Seksu no céu, temos os Arcad Amusement Parks On Fire na terra. Num género actualmente dominado por bandas americanas, esta banda de Nottingham, inicialmente um projecto de um homem só, lançou em 2006 este Out Of The Angeles, uma excelente exploração pelos caminhos do New-gaze. Podia falar mais deles, mas tenho um post maior só para eles na calha.

California Girls – The Magnetic Fields (Distortion, 2008)

O meu “primeiro amor” de 2008, o nono álbum de Stephin Merritt no seu projecto principal combina o humor irónico que tinha mostrado nos trabalhos anteriores com influências dos The Jesus And Mary Chain – aliás, a ideia era ser mais JAMC que os JAMC, o que não é perfeitamente audível nesta versão ao vivo. Mas que mesmo assim dá-me vontade de ir a Lisboa só para os ver. Mas tendo em conta que neste momento nem dinheiro de sobra tenho para entrar num autocarro, vai ficar para outro dia. Um dos highlights do álbum é sem dúvida a Too Drunk To Dream, que teve direito a um post só para ela há uns meses. E porra, quero o Shane McGowan a cantar a música!

Depois, ainda estive para ir comprar o álbum de onde saiu esta…

 

…mas já não estava por lá. Ó inclemência! Ó martírio!

Ou paciência. Há de aparecer eventualmente.

Posted Sexta-feira, 7 Março 2008 by Silva in Compras, Videoclip

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